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Crimes na arte


"Mas por que, afinal, Damien Hirst? Por nenhum motivo em especial. Daí, mais uma vez, sua arte ser irrelevante. Daí poder ser, mudando apenas o número de zeros à direita (a depender, entre muitas variáveis, da intensidade da presença do artista na mídia, de seu poder de “controvérsia”, de seu país de origem etc.), um “pop naif” (!) como Romero Brito (darling de inúmeras “celebridades” norte-americanas) ou um estetizador do kitsch como Vik Muniz".
"Daí o equivalente aos Damien Hirst na literatura não serem os poetas, mas os autores de best sellers. Damien Hirst está para as artes plásticas como Paulo Coelho para as linguagens verbais. Mas como Damien Hirst vende originais, enquanto Paulo Coelho vende reproduções, isto explica a diferença de mercados. Um vendedor de reproduções como Coelho, para ganhar muito dinheiro, precisa de um mercado de massas, a fim de poder vender suas reproduções em massa. Um vendedor de originais como Hirst não precisa de um mercado de massas, mas ao contrário".

O capitalismo destruiu o trabalho, os artistas deixaram de ser artífices para passarem a ser gestores...


Luis Dolhnikoff

Arte: do xeque ao cheque

"É difícil imaginar um charlatão tão cabal na poesia, porque ao menos, na poesia, ninguém escapa de ter de escrever alguma coisa, por pior que seja”. Esta frase me ocorreu recentemente quando da consagração do novo campeão das artes plásticas contemporâneas, o inglês Damien Hirst. Suas obras principais são versões maiores daquele kitsch globo de vidro tão popular no hemisfério norte, que costuma conter uma rena ou um Papai Noel mergulhado em líquido transparente, no qual, ao ser agitado, flutuam falsos flocos de neve. A diferença é que, em vez de globos, são cubos, e em vez de renas e Papai Noel, há unicórnios e tubarões. E se os falsos flocos flutuantes de neve estão ausentes, nem por isso deixa de flutuar em torno de sua obra a sombra de um grande equívoco.Tudo isso me fez lembrar de C. P. Snow, que apontou como um dos grandes males da cultura contemporânea o divórcio sombrio entre as ciências naturais e as ciências humanas.


“As ciências naturais são um ramo das ciências que estuda o universo, que é entendido como regulado por regras ou leis de origem natural, ou seja, os aspectos físicos e não humanos.
Além do uso tradicional, a frase ciências naturais é as vezes usada mais especificamente se referindo ao seu uso no dia-a-dia, relacionado a história natural. Neste sentido, "ciências naturais" podem se referir a biologia e talvez às ciências da Terra, em oposição às ciências físicas como astronomia, física e química”.
“As ciências humanas ou humanidades são as disciplinas que tratam dos aspectos do homem como indivíduo e como ser social, tais como a antropologia, história, sociologia, ciência política, linguística, pedagogia, economia, geografia, direito, arqueologia, filosofia, teologia, psicologia entre outros”

Os motivos são muitos, mas há um principal: incomunicabilidade. Uma incomunicabilidade não necessária nem inevitável, mas real, cuja causa original, em meio a um mar de causas coadjuvantes, é a ignorância da linguagem matemática pelos humanistas. Com isso, as ciências não falam a mesma língua. Ao não falarem a mesma língua, deixam de ser um república para se tornarem duas regiões mais ou menos separatistas. Lembrei de Snow não por causa dos falsos flocos de neve, mas porque sua metáfora do divórcio dentro da ciência contemporânea me parece perfeitamente aplicável ao divórcio entre as artes e os cidadãos pensantes.Uso a expressão cidadãos pensantes para me referir ao que, antigamente, eram as camadas cultivadas, hoje substituídas por classes e letras (A e B), que se referem tão-somente ao poder aquisitivo. Não obstante, sabe-se, empiricamente, que os cidadãos pensantes existem. E que, igualmente, existe um divórcio radical entre eles e as artes contemporâneas em geral, incluídas a poesia, a música e as artes plásticas.

C. P. Snow

Esse divórcio é no mínimo tão importante quanto o descrito por Snow. Pois se o divórcio entre as ciências humanas e naturais enfraquece a ambas, e portanto, o conjunto das ciências, logo, a cultura contemporânea, de que as ciências são elementos centrais, o divórcio entre as artes e os cidadãos pensantes tem um resultado semelhante. Sem as artes, os cidadãos pensantes perdem a principal fonte do pensamento esteticamente motivado, enquanto as artes, sem os cidadãos pensantes, mergulham em problemas insanáveis de todo tipo.
Por exemplo, se a poesia não se comunica com e não é comunicada por o mundo maior dos melhores falantes da língua, resta-lhe o insulamento e a comunicação paroquial. A poesia, então, migra do continente da língua para a ilha de seus próprios praticantes, destino turístico principal da crítica especializada.
Se isso, a longo prazo, pode acarretar um empobrecimento da própria língua e de sua cultura, como acredita Eliot, a curto prazo, creio eu, acarreta o empobrecimento da poesia. Porque o paroquialismo é um modo de proteger os vícios, muito mais do que de separar os vícios e as virtudes, o que exige a luz do sol.
Ao mesmo tempo, como a endogamia enfraquece os genes pela não eliminação dos recessivos, o ensimesmamento enfraquece os músculos da vontade pela perda do sentido da ação. Para que, afinal, tanta dedicação a tudo isso? Apenas para ser lido pelo poeta X, o crítico Y e o professor Z?
Uma das causas principais do divórcio entre os cidadãos pensantes e as artes contemporâneas está no fim dos cânones pelos vários modernismos, criando confusão estética e conceitual.


O caso mais radical é talvez o da música, que desde a emergência do atonalismo, no início do século XX, parece habitar um planeta particular e distante, de onde, eventualmente, chegam uns poucos ecos. O motivo, porém, foi não apenas nobre como inevitável. As artes estavam em transformação. O problema é que, findo o período principal de transformação e renovação, as artes contemporâneas e os cidadãos pensantes jamais voltaram a se tornar íntimos. De fato, eles pouco se frequentam. Mas se as artes não estão mais em efervescência, por que a distância se mantém? De início, foi o público que se afastou, porque ativamente afastado. Dadaístas, surrealistas e modernistas em geral pretendiam, explicitamente, épater, espantar. Conseguiram. O público se espantou e, desde então, manteve-se espantado, ainda que apenas no sentido de afastado.Movido agora, não por qualquer surpresa, mas pela indiferença. Indiferença que os artistas, afinal, substituíram pela atenção endógena. A indiferença dos cidadãos pensantes e a concentração paroquial dos artistas em si próprios são, então, as duas forças paralelas que perpetuam a situação.
As artes plásticas vivem, neste sentido, uma situação geral muito semelhante à da poesia e da música contemporâneas. Mas, ao mesmo tempo, muito diferente.
A semelhança está no mesmo divórcio entre elas e os cidadãos pensantes, e no mesmo consequente paroquialismo. Mas as consequências internas para os músculos da vontade parecem ser distintas. E isto porque as artes plásticas substituíram a razão cultural de sua produção pela razão comercial.

Damien Hirst, com seus cubos cheios de formol contendo unicórnios e tubarões, emerge então como um caso emblemático. Ele é hoje o artista plástico mais valorizado. Mas valorizado como? Valorizado por quê? E valorizado por quem?
Não pelos cidadãos pensantes, mas apenas pelos cidadãos pagantes. No meio de cultura original da arte moderna, a Renascença, os cidadãos pensantes e os cidadãos pagantes eram os mesmos. Hoje, porém, a maior parte dos cidadãos pensantes integra a classe média, e não, como naquela época, a alta burguesia. Daí as artes plásticas terem, atualmente, um valor financeiro sempre mais evidente (nos dois sentidos) do que seu valor estético-cultural.
Assim, ao mesmo tempo em que Hirst alcançava o topo do “mais valorizado” – pelos cidadãos pagantes –, nada acontecia na vida dos cidadãos pensantes. Como estes são em sua maioria de classe média, as obras de Hirst não adentrarão as suas casas, em função de seus custos; e como eles são, por definição, pensantes, as obras de Hirst não frequentam seus interesses, em função de sua irrelevância estética.
Daí porque o leilão que o consagrou, se foi notícia em todo o mundo, não o foi porque esse mesmo mundo fora posto à frente de uma grande conquista estética, e sim porque se tratou de uma enorme conquista financeira. Mais especificamente, as notícias sobre o famoso leilão privilegiaram o fato, artisticamente nulo, de que Hirst afastou seu galerista para levar as peças diretamente à Sotheby´s, aumentando ainda mais seus ganhos. As peças em si mereceram muito menos atenção.

Um grande tubarão-tigre com as mandíbulas abertas e todos os dentes à mostra flutua no tanque de formol de 2,14 metros por 1,40 metro. À esquerda dele, em outro tanque, um pônei com chifre para fazer as vezes de unicórnio, também em formol. Sentados diante dessas obras de arte, investidores e milionários do mundo todo lotaram uma das casas de leilões mais tradicionais do mundo, a Sotheby’s, em Londres. A última martelada do lote de 223 peças alçou o inglês Damien Hirst, de 43 anos, ao posto de artista plástico contemporâneo mais rico do mundo e da história da arte. Em dois dias de leilão, realizado na segunda e terça-feira, foram arrecadados cerca de US$ 200 milhões. Hirst embolsou US$ 90 milhões limpos. Doou US$ 6,3 milhões à caridade. Não bastassem as altas cifras [...], ao leiloar suas peças Hirst dá outro choque no mercado das artes. Ele aproxima o artista dos compradores, eliminando agentes, galeristas e outros intermediários – que costumam reter cerca de 70% do valor das obras. [...] O inglês tem cerca de 200 pessoas trabalhando para criar um volume sem precedentes de obras. Além disso, vende uma linha de pijamas, um modelo de jeans da Levi’s com uma caveira incrustada de cristais que custa US$ 4 mil.

(“Damien Hirst ensina a arte das cifras”),aqui Aqui na Revista Época online

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI12848-15220,00-DAMIEN+HIRST+ENSINA+A+ARTE+DAS+CIFRAS.html

Faz portanto todo sentido as peças receberem menos atenção, pois são esteticamente irrelevantes. A mais famosa é esse tubarão (um tubarão verdadeiro) em formol. Título: “O império”. O pônei com um chifre colado no meio da testa tem por título “O sonho”. Uma terceira obra, a cabeça de outro pônei, desta vez cortada, mas com o mesmo chifre colado na testa, chama-se “Paraíso perdido”. Tudo não passa, portanto, de uma forma explícita, gritante e kitsch de ilustrar uma metáfora unívoca e lugar-comum.
Isso quanto aos seus mecanismos internos. Em termos históricos, trata-se da contrafacção da contrafacção, ao baratear-se ao último grau a arte conceitual, em si um barateamento linguístico da arte, em nome da predominância do “conceito” (pessoalmente, quando estou preocupado com conceitos, procuro filósofos, não artistas plásticos; do mesmo modo, não espero encontrar estética visual em livros de filosofia).

Daí a minha frase inicial: é mesmo difícil imaginar um charlatão tão cabal na poesia, porque ninguém escapa de ter de escrever alguma coisa. Enquanto, no caso de Hirst, há apenas a exposição de gatos em lugar de lebres. Ou de pôneis em lugar de unicórnios.

Continue lendo aqui em
sibila a conclusão desse importante texto.

A psicose na Arte


Nunca esqueço da frase de Stravinsky ''A obra de arte deve ser exaltante''. (...). Muitos artistas se acham ''militantes'', mas estão abrindo mão da reflexão na arte para o eixo do mal capitalista. Críticos e curadores seguem de cabeça baixa, sem coragem de denunciar oportunismos, por medo de serem chamados de caretas ou reacionários. Será que o "novo" não pode ser um " belo" que denuncie, (...) a injusta vida?"
Fui ver a Bienal de Veneza. A sensação dominante é a de um vasto depósito de lixo ou de ruínas ou de despejos da civilização. Os pavilhões de todos os países repetem os mesmos códigos e repertórios: terra arrasada, materiais brutos e sujos, desarmonia, assimetria, uma busca deliberada da feiúra, (...), uma clara vergonha de ser "arte", vergonha de provocar sentimentos de prazer. A fruição poética é impedida, por ser ''burguesa'', como se o prazer fosse uma coisa reacionária, "alienada", ignorando o "mal do mundo", que tem de ser esfregado na cara do espectador para que ele não esqueça o horror social e político que nos assola. (...) na linha direta da herança mal-entendida e descontextualizada de Duchamp, o estraga-prazeres dos anos 20."
A Bienal de Veneza (furada, aqui e ali, por alguns talentos individuais, claro) virou um parque temático de deprimidos, (...), um muro de lamentações inúteis. Não adianta mais "chocar" ninguém, pois nada é mais chocante que as chuvas de bombas, a miséria global e a estupidez universal do inferno de hoje. O absurdismo do pós-guerra, nos anos 50, a arte pop, todo o desespero crítico ou paródico tinham um claro alvo construtivo em sua militância. (...). Trecho de Arnaldo Jabor. Ler mais aqui

Quando a intenção é chocar...

Marcel Duchamp começou sua carreira como artista criando pinturas de inspiração impressionista, expressionista e cubista.
Se se considera que a característica essencial do Dadaísmo é a atitude antiarte, Duchamp é o dadaísta por excelência.
A Fonte, obra que fez repercutir o nome de Duchamp ao redor do mundo - especialmente depois de sua morte -, está baseada nesse conceito de ready made ( objeto pronto): pensada inicialmente por Duchamp (que, para esconder o seu nome, enviou-a com a assinatura "R. Mutt", que se lê ao lado da peça) para figurar entre as obras a serem julgadas para um concurso de arte promovido nos Estados Unidos, a escultura foi rejeitada pelo júri, uma vez que, na avaliação deste, não havia nela nenhum sinal de labor artístico. Com efeito, trata-se de um urinol comum, branco e esmaltado, comprado numa loja de construção e assim mesmo enviado ao júri; entretanto, a despeito do gesto iconoclasta de Duchamp, há quem veja nas formas do urinol uma semelhança com as formas femininas, de modo que se pode ensaiar uma explicação psicanalítica, quando se tem em mente o membro masculino lançando urina sobre a forma feminina. Fonte da Fonte.

A arte do deboche


Merda de artista enlatada: "Merda não, respeito, isso é ARTE".

Muitas latas explodiram, resultado de corrosão e de gases em expansão.

Em Maio de 1961, Piero Manzoni fez 90 latas de conserva com a etiqueta "Merda d’artista" escrita em italiano, francês, inglês, alemão e numeradas de 1 a 90. A lata contém excrementos do artista, industrialmente fechada, com o peso líquido de 30 gramas e na época, Piero Manzoni propôs vender cada uma das latas, ao preço equivalente em ouro. O mais incrível de tudo é que as vendeu. A explicação artística para este sucesso, é que a Merda d’artista, alude metaforicamente com ironia à origem profunda do trabalho do artista e no sentido mais vasto, ao Homem que produz com criatividade. Atualmente, esta lata de merda, encontra-se em diversos museus e coleções particulares por todo mundo, a número 4 por exemplo, está exposta no Tate Modern de Londres e o seu valor está estimado em trinta mil Euros". Art-Mode-Design-com.

Serão estes os rumos da arte Contemporânea??

'For the Love of God', (Pelo Amor de Deus) do artista britanico - o mais importante do Reino Unido, Damien Hirst - Vendido por 100 000 000 USD (cem milhões de dólares), consiste num crânio com mais de oito mil diamantes incrustados. O montante desta transação é o mais alto pago até à data por uma obra de um artista vivo.
‘Arte Mórbida’ - A morte é o tema central da sua obra, que sempre esteve rodeada de grande polêmica mais ou menos premeditada e por conseguinte de um grande seguimento mediático; por exemplo, as autoridades de Nova Iorque proibiram a exposição do seu "casal morto fodendo duas vezes", dos cadáveres de um touro e uma vaca flutuando em formol. Wikpédia.

Arte macabra - esqueleto de uma criança numa encubadora.

Vaca "em conserva" - Arte contemporânea

Ironia, cinismo e niilismo anárquico

Tracey Emin - artista britânica
"Certamente estou vivendo o ápice da minha carreira", disse a artista nascida em Londres em 1963. "À medida que estou ficando mais velha, meu trabalho está indo para um caminho muito mais pessoal e intimista."

Obra "Suffer Love I" (2009) - Galeria White Cube em Londres

'O que me preocupava antes era sexo, não o dinheiro. Sexo manteve-me na cama e ele me levou de manhã, mas agora está desaparecendo rapidamente. Eu não sou tão louca por sexo como antes, agora eu estou mais interessada em idéias ", diz a artista ao jornal 'The Guardian'. Ler aqui no El Mundo.
Emin apresenta o corpo e a própria sexualidade como fonte e objeto da sua arte na Bienal de Veneza, quando apresentou numa das salas desenhos totalmente dedicados aos orgãos sexuais masculinos.
Entre os trabalhos mais provocantes de Tracey estão , que visitou galerias em metade do mundo e causou controvérsia quando foi exposto na mostra do Turner - o prêmio mais importante de arte concedido na Grã-Bretanha -, em 1999, por mostrar sua própria cama desfeita, com lençóis, absorventes e camisinhas usadas, garrafas de vodka vazias e restos de cigarros.

A artista britânica, tem como modelos Egon Schiele e Munch

Cloaca: Cloaca é a câmara onde se abrem o canal intestinal, o aparelho urinário e o aparelho genital das aves, dos répteis e dos peixes cartilagíneos.

Hoje a nova arte também fabrica cocô e vende aos vivitantes. ( qual é o valor do conhecimento?)
" Ah, dinheiro velho!". US$$
Obra e arte do artista belga Wim Delvoye.

Há alguns anos atrás vi na na TV Cultura, uma reportagem sobre uma defesa de tese com estudantes de ciências em uma universidade do Japão de como fazer cocô usando como base o tipo de alimentação e a produção de enzimas etc... numa demonstração acompanhada passo a passo, mostrando como resultado final as fezes humanas. Quando ví a Cloaca de Wim Delvoye, lembrei-me desse documentário.
Este "artista" é polêmico por tatuar porcos, criar a maquina do cocô e agora por vender pele tatuada!
Escultora decidiu reciclar 'cocô de cavalo' e utilizá-los em sua obra

A artista norte-americana Susan Bell, que mora na cidade de Denver, no estado do Colorado (EUA), decidiu reciclar o excremento dos seus dois cavalos e fazer esculturas de animais, como coelhos, patos, sapos, gatos, tartarugas e esquilos. Segundo Susan, a ideia de utilizar o estrume para fazer suas esculturas surgiu após ver uma exposição em Nova York, que apresentava obras de arte criadas a partir de fezes humanas de autoria do carioca Cildo Meirelles ( Brasil). Se é que dá para se chamar 'obra de arte', mas até nome tinha, se chamava Ku Kka Ka Kka e mereceu especial atenção de parte da mídia brasileira. A propósito, coloquei imagem da "obra" para não passar por mentiroso. (É dose...É a legitima exposição de mer..). Os preços de suas obras variam entre US$ 8 e US$ 28, segundo o seu site Dung Bunnies. Fonte: aquí
"Obras" valem US$$$

Em outubro de 2008 o artista brasileiro Cildo Meirelles apresentou sua primeira grande exposição individual no Reino Unido, na Tate Modern montando um expressivo, eloquente e criativo “arranjo” de bosta com flores e tudo.
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